segunda-feira, 14 de setembro de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
TRABALHO EM GRUPO (GRUPO DE ESTUDO)
TRABALHO EM
GRUPO (GRUPO DE ESTUDO)
Conceito – é a
realização por um grupo de indivíduos de um trabalho conjunto e coordenado no
qual as tarefas são divididas entre os
mesmos, visando obter um resultado final , com mais eficiência (menor tempo, esforço).
No trabalho em grupo os indivíduos cooperam uns com os
outros.
Cooperar –
-
operar simultaneamente
-
Colaborar
-
trabalho em comum
A cooperação, ou seja a realização de atividades entre dois
ou mais indivíduos visando a obtenção de
um determinado objetivo ocorre entre os
seres humanos e também entre alguns animais e insetos.
Exemplos:
os mutirões nos quais os seres humanos realizam atividades
tais como colheitas de determinados cereais, construção ou reforma de
habitações etc.
as linhas de produção das fabricas, os grupos de estudo ou
de trabalho nas escolas, os grupos interdisciplinares de pesquisa e de extensão
nas universidades.
golfinhos pescam em conjunto para facilitar a captura de
peixes,
abelhas, formigas e cupins agem em conjunto visando a
realização de atividades para beneficio do grupo.
A cooperação entre pessoas é a execução de um trabalho
conjunto e coordenado, no qual as tarefas são divididas de forma que é facilitada a realização de
atividades, e possibilitado que as capacidades
individuais de cada membro seja
utilizada tornando mais eficiente o trabalho conjunto do grupo.
Exemplo
Uma pessoa apenas demora muito mais tempo para construir uma
casa do que a construção da mesma efetuada em mutirão. No trabalho conjunto para construção de uma
casa pode-se aproveitar a experiência diversas do membros do grupo: pedreiro,
carpinteiro, eletricista, auxiliar de serviços gerais.
O trabalho de ler e resumir um livro de 400 páginas é mais
rápido quando feito por um grupo organizado de alunos e alunas.
Características
ideais de um grupo de estudo
Número ideal de 5 a 8
pessoas (numero ideal difere entre autores de IMC);
Participantes devem ter condições de se comunicarem entre si e de se encontrarem fora da sala de
aula (importância da Internet , celular e das redes sociais);
Membros do grupo devem ter um relacionamento, cordial,
respeitoso e democrático.
Estrutura de um grupo
de estudo
- uma
pessoa coordenando
- uma
pessoa secretariando
-
outros membros do grupo
É aconselhável fazer o rodizio de cargos para que todas as
pessoas do grupo aprendam a coordenar e a secretariar o grupo
Sequência do trabalho
em grupo
- fixação do trabalho a ser feito, seus objetivos e de como
será realizado
- divisão das tarefas entre as pessoas do grupo (tarefas a
serem executadas e por quem) ;
- fixação de prazo para a execução das tarefas de cada
membro do grupo;
- realização de reunião para apresentação dos trabalhos
individuais (socialização dos trabalhos
individuais)
- elaboração da síntese do trabalho de todo o grupo;
- preparação do trabalho a ser apresentado;
- avaliação pelos membros do grupo, de como foi o trabalho
realizado e o resultado final do mesmo.
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Para Galliano a formação de grupos de estudo vem se
mostrando como um importante método [de estudo] que a maioria das escolas a
dotam.
O trabalho em grupo não dispensa o estudo individual, ao
contrario enriquece-o porque provoca o debate e a troca de ideias e aponta
falhas. Simultaneamente o grupo
economiza tempo de estudo.
Ao participar do trabalho em grupo o estudante dedica o tempo de que dispõe ao estudo de uma parte do todo.. contudo, através das apresentações das
tarefas executadas pelos colegas e das discussões necessárias à elaboração
final do trabalho coletivo, aprende e absorve o todo – não apenas a parte que
estudou individualmente. e quanto tempo necessitaria para estudar o todo se o fizesse
individualmente como estudou a parte?(GALLIANO,
1986, p.62)
Galliano se refere ao fato de que muitos estudantes relutam
em participar de uma equipe de estudos. Afirma que isto ocorre por dois
motivos:
1 – total ignorância do que seja trabalho em grupo bem organizado;
2 – frustrações sofridas em experiências anteriores com
equipes mal organizadas.
Conclui que do mesmo modo em que o trabalho coletivo pode ser estimulante e compensador,
também pode ser uma experiência frustrante e inibidora.
Propõem que [para evitar que o trabalho em grupo não seja
ineficiente e frustrante] “ [...] a equipe de estudos deve estabelecer certas
normas mínimas de conduta que homogeneízem
a ação de todos em beneficio de um objetivo comum. E tais normas começam a vigorar desde o momento em que os componentes do
grupo são selecionados.” (1986, p.62)
Bibliografia
GALLIANO, A. Guilherme. O Metodo Cientifico: teoria e
pratica. São Paulo: Harbra, 1986.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Texto Método, Metodologia Científica
METODO, METODOLOGIA CIENTÍFICA.
METODO - conceito Dicionário Aurélio
-
Caminho para chegar a um fim
-
Caminho pelo qual se atinge um objetivo
-
Caminho para se atingir um fim determinado
-
Programa que regula previamente uma serie de operações
que se devem realizar, apontando erros evitáveis em vista de um resultado determinado.
METODOLOGIA – Método + Logia
(estudo)
METODOLOGIA CIENTÍFICA
Metodologia Científica – é o estudo dos métodos de se
fazer Ciência
-
“[...] estudo dos caminhos, dos instrumentos usados
para se fazer ciência “
Pedro DEMO (1989, p,11)
- “Metodologia é uma preocupação
instrumental, trata das formas de se fazer ciência. Cuida dos procedimentos, das ferramentas dos
caminhos[...]”
- Para Delcio Vieira Salomon
“[...] metodologia é uma ciência auxiliar das demais, destinada a
estudar o processo e a produção de ciência, a indicar as técnicas para a
pesquisa e a fornecer os elementos de análise critica das descobertas e das
comunicações no mundo da ciência [...]”
( ano, pagina) ( 1994, p.109)
Kaplan citado por Salomon, entende como
Metodologia o conjunto de princípios e técnicas suficientemente gerais para se
tornarem comuns a todas as ciências ou a uma grande parte delas. São princípios
filosóficos ou lógicos suficientemente específicos relacionados com a ciência.
Incluem procedimentos, como a formação de conceitos e hipóteses, os da
observação e da medida, da realização de experimentos, construção de modelos e
de teorias, da elaboração de explicações e da predição. (apud SALOMON, 1994, p.110)
Metodologia Cientifica – não é um
tipo de Ciência, mas sim uma forma de apoio para se fazer ciência [Ciência
Auxiliar de acordo com Salomon).
-para Cervo e Bervian (1983, p.1
-2) A Metodologia Científica serve para fornecer os pressupostos do trabalho
científico.
PRESUPOSTOS DO TRABALHO
CIENTÍFICO
- normas referentes a estrutura e
a apresentação do trabalho científico;
- técnicas e métodos relativos a
pesquisa e a elaboração da mesma;
- mecanismos mentais que se
desencadeiam através do processo reflexivo
(1983, p. )
Processo reflexivo – é o uso da razão.
Para Delcio Vieira Salomon a
Metodologia Científica se coloca como disciplina e prática no curso superior,
visando a formação de um profissional de alto nível, e tendo tríplice função:
1-
Metodologia do trabalho intelectual e científico
- metodologia
de estudo; uso de biblioteca e internet para obtenção de informações;
elaboração de apontamentos; redação de trabalhos científicos; uso de Normas da
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas (exemplo – Referencias
Bibliográficas).
2 – Metodologia Científica
- Parte mais
teoria, o conhecimento científico, construção da teoria científica, hipótese,
explicação científica, as variáveis e sua função na explicação científica,
métodos científicos.
3 – Metodologia da pesquisa
- métodos e
técnicas de pesquisa, abrangendo as estratégias e táticas utilizadas para fazer
pesquisa, técnicas de coleta de dados (entrevista, questionário, medições
físico-químicos etc.).
(1994, p.6 –
8)
Bibliografia
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia
Científica: para uso dos estudantes universitários. 3.ed. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1983.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio Século
XXI: o dicionário da língua portuguesa. 3.ed. ver. ampl. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1999.
GALLIANO, A
Guilherme. O Método Cientifico. São
Paulo: Harbra, 1986.
SALOMON, Délcio
Vieira. Como Fazer Uma Monografia. 3.
ed. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
NOVAS TECNOLOGIAS e o reforço das desigualdades educacionais, resumo de um texto de GIDDENS
NOVAS TECNOLOGIAS e o
reforço das desigualdades educacionais
GIDDENS, Anthony. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2010.
[PERGUNTAS]
Novas
tecnologias, mesmo que gerem resultados importantes, podem servir para reforçar
desigualdades educacionais? (p.409)
A pobreza informacional pode
se somar às privações materiais que atualmente produzem esses efeitos sobre a
educação.? (p.409)
O simples ritmo das mudanças
tecnológicas e a demanda por
trabalhadores familiarizados com a
computação podem fazer com que os indivíduos tecnologicamente competentes saião na frente daqueles que têm pouca experiência com
computadores. (p.409)
DISPARIDADES
[TECNOLOGICAS, USO DE COMPUTADORES]
1 – dentro da sociedade
ocidental [países desenvolvidos]
“Excluídos digitais” (p.409)
2 – Entre as salas de aula
do Ocidente [países desenvolvidos] e as salas de aula do mundo em
desenvolvimento [países subdesenvolvidos]
(“Abismo
Digital”) (p.409)
[ANALISE]
1 Dentro da sociedade
ocidental [países desenvolvidos] - “Excluídos digitais” (p.409)
-Os países desenvolvidos
registram os mais altos índices de uso de computadores e internet.
MAS [reflexão critica] dentro dessas sociedades existem
desigualdades brutais quanto esse aspecto
[uso de computadores e internet].
Várias escolas e faculdades
por falta de verba ou negligência não
conseguem ensinar as habilidades da tecnologia de informática aos seus
alunos. Porque mesmo tendo recebido
hardwares de segunda mão, não conseguem atrair e manter profissionais da aérea
da informática [para ensinar seus alunos] , pois esses profissionais recebem
salários maiores no setor privado.
Cria-se ai um grupo de
alunos “excluídos digitais” (p.409)
2 – A Disparidade tecnológica entre salas de aula de países do Ocidente [países
desenvolvidos] e salas de aula do mundo em desenvolvimento [países
subdesenvolvidos] é muito maior do que a
disparidade dentro da sociedade ocidental [países desenvolvidos] . (p.409)
Surge assim um “ABISMO
DIGITAL”, que separa as salas de aula do Ocidente [países desenvolvidos] , das
salas de aula do mundo em desenvolvimento.
“ A medida que a economia
global passa a se fundamentar cada vez mais no conhecimento, existe um
risco real de que os países pobres fiquem ainda mais marginalizados em função
da disparidade existente entre os ricos e os pobres em termos de informação” (p.409)
De acordo com o Programa das
Nações Unidas para o Desenvolvimento o acesso à internet transformou-se na nova linha demarcatória entre ricos e
pobres (p.409)
[POSIÇÂO OTIMISTA DO AUTOR]
Os entusiastas da tecnologia
de informação sustentam que o uso de computadores [e internet] não precisa
necessariamente trazer como resultado o aumento das desigualdades nacionais e
globais. Ao ter a habilidade [possibilidade] de unir pessoas e abrir novas
oportunidades. (p.409)
COMO:
1 – Escolas na Ásia e na África
onde faltam livros-textos e profissionais [capacitados] podem tirar proveito
via internet, diminuindo esses problemas
(p.409)
2 – Os programas de
aprendizado à distância e a colaboração com colegas estrangeiros poderia ser
chave para a superação da pobreza e da desvantagem (p.409)
“Quando a tecnologia [de
informação] é colocada nas mãos de
pessoas inteligentes e criativas [SÓ ISSO E O DONO DA Microsoft????? CRITICA MINHA], afirmam eles, o potencial
[de superar desigualdades na informática e suas consequências] é ilimitado. (p.409)
resumo elaborado em 04 dezembro 2014
resumo elaborado em 04 dezembro 2014
RESUMO:: A TECNOLOGIA DENTRO DA SALA DE AULA , Texto de GIDDENS
RESUMO::
A TECNOLOGIA DENTRO DA SALA DE AULA
GIDDENS, Anthony.
Sociologia. Porto Alegre: Artemed, 2010
O desenvolvimento da
impressão e o advento da “cultura do livro” foi um dos causadores de avanços na
concepção moderna de educação. (4008)
A distribuição em massa de
livros, jornais e outros recursos impressos foi um aspecto característico da
evolução da sociedade industrial, quanto foram as maquinas e as fabricas
Alguns autores falam que
estamos tendo uma “revolução em sala de aula”, causada pelo uso crescente de
computadores e das tecnologias de multimídia na educação.(408)
[Questiona-se, PERGUNTAS]
(p.408)
1 – será que a internet, o
CD-ROM e o vídeo irão substituir o livro
didático?
2- será que as escolas
continuarão existindo com o mesmo formato [e funcionamento] ?
3 – as novas tecnologias
acabarão enfraquecendo e
transformando o currículo atual?
[Posição do autor] (p.408)
Poucas duvidas restam em
relação ao fato de que os computadores ampliaram as oportunidades na educação
. oferecem as crianças a
chance de trabalharem de forma
independente
. pesquisarem tópicos de
acordo com recursos line.on-
.
de utilizarem softwares educacionais que permitam a elas progredirem em seus
[próprio] ritmo
[QUESTIONAMENTOS DO AUTOR] (p.408)
NO ENTANTO, a visão (ou
pesadelo ) de salas de aula com crianças que aprendem exclusivamente através de
computadores individuais , ainda não se transformaram em realidade.[ “sala de
aulas sem paredes”].
PORQUE {justificativa dessa posição dele] (p.408)
1 – Por uma simples razão,
não existem computadores suficientes nas escolas ou nas casas
– A maioria dos lares não tem um computador
– Nas escolas que possuem muitos recursos, os
computadores não são suficientes e tem de ter programa de revejamento para que
tenham horário para utilizarem os computadores
– Nas escolas com poucos recursos [computadores]
os alunos passam apenas alguns minutos
por semana diante do computador, ou tem aulas de tecnologia de informação em
pequenos grupos.
2 – A maior parte dos
professores ainda não vê [e utilizam] os computadores como suplemento para as
aulas tradicionais e não como instrumento para substituí-los . (p.408)
´. Os alunos pode utilizar os computadores para
concluírem tarefas que estejam dentro do currículo padrão.
São poucos os educadores que
encontram nas tecnologias de informação um meio capaz de substituir o
aprendizado e a interação com
professores humanos.
O desafio para os
professores é aprender a integrar as novas tecnologias de informação às aulas
de uma forma significativa e sensata em termos educacionais. (p.408)
elaborado em 04 dez 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Referencias bibliográficas de textos obtidos na Internet
Referencias
bibliográficas de textos obtidos na Internet
1 - LIVRO OBTIDO NA INTERNET
Quando se tratar de obras consultadas online,
também são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico,
apresentado
entre os sinais < >, precedido da expressão Disponível em: e a data de
acesso ao documento, precedida da
expressão Acesso
em:, opcionalmente acrescida dos dados referentes a hora, minutos e segundos [OBSERVAÇÃO
Não recomendo fazer isso pois é necessário apenas em casos especiais].
ESTRUTURA DA REFERENCIA DE REFERENCIA DE LIVRO OBTIDO NA INTERNET
Sobrenome do
autor em letras maiúscula, restante do nome do autor. Titulo do livro sem
destaque: subtítulo sem destaque. Numero de edição se houver. Local (cidade) de
publicação do livro: nome da editora, ano de publicação do livro. Nome do Site onde foi obtido destacado.
Disponivel em: < dados do link onde é
acessado>. Acesso em: dia mês abreviado ano.
Exemplo: ALVES,
Castro. Navio negreiro. [S.l.]: Virtual Books, 2000. Disponível
em:
navionegreiro.htm>.
Acesso em: 10 jan. 2002, 16:30:30.
2 - CAPITULO
DE LIVRO OBTIDO NA INTERNET.
ESTRUTURA DA
REFERENCIA DE REFERENCIA DE CAPITULO DE LIVRO OBTIDO NA INTERNET
2.1 - QUANDO O CAPITULO DE LIVRO TEM
NOME DO AUTOR (ocorre apenas em livros com Organizador)
Sobrenome do
autor do capitulo em letras maiúscula,
restante do nome do autor. Nome do capitulo sem destaque. In: sobrenome, nome
organizador do livro. Nome do livro sem destaque: subtítulo sem destaque.
Numero de edição se houver. Local (cidade) de publicação do livro: nome da
editora, ano de publicação do livro.
Nome do Site onde foi obtido destacado. Disponivel em: < dados
do link onde é acessado>. Acesso em:
dia mês abreviado ano.
2.2
- QUANDO O CAPITULO DE LIVRO NÃO TEM O
NOME DO AUTOR (ocorre em livros escritos por uma ou mais pessoas, não tem
Organizador)
Sobrenome do
autor do livro em letras maiúscula,
restante do nome do autor. Nome do capitulo sem destaque. In: ____. Nome do livro sem destaque: subtítulo
sem destaque. Numero de edição se houver. Local (cidade) de publicação do
livro: nome da editora, ano de publicação do livro. Nome do Site onde foi obtido destacado. Disponível
em: < dados do link onde é
acessado>. Acesso em: dia mês abreviado ano.
POLÍTICA. In:
DICIONÁRIO da língua portuguesa. Lisboa: Priberam
Informática,
1998. Disponível em: .
Acesso em: 8
mar. 1999.
SÃO PAULO
(Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Tratados e
organizações
ambientais em matéria de meio ambiente. In: _____.
Entendendo o
meio ambiente.
São Paulo, 1999. v. 1. Disponível em:
1999.
3 - Artigo e/ou
matéria de revista, boletim etc. em meio eletrônico
As referências
devem obedecer aos padrões indicados para artigo e/ou matéria de revista,
boletim etc., de acordo com
7.5.3,
acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico
(disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando
se tratar de obras
consultadas online, proceder-se-á conforme 7.2.2.
Exemplos:
SILVA, M. M. L.
Crimes da era digital. .Net, Rio de Janeiro, nov. 1998.
Seção Ponto de
Vista. Disponível em:
contexts/brasilrevistas.htm>.
Acesso em: 28 nov. 1998.
RIBEIRO, P. S.
G. Adoção à brasileira: uma análise sociojurídica.
Dataveni@, São Paulo, ano
3, n. 18, ago. 1998. Disponível em:
1998.
WINDOWS 98: o
melhor caminho para atualização. PC World, São
Paulo, n. 75,
set. 1998. Disponível em:
abre.htm>.
Acesso em: 10 set. 1998
4 - Artigo e/ou
matéria de jornal em meio eletrônico
As referências
devem obedecer aos padrões indicados para artigo e/ou matéria de jornal, de
acordo com 7.5.5, acrescidas
das informações
relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.).
Quando se tratar de obras
consultadas online,
proceder-se-á conforme 7.2.2.
Exemplos:
SILVA, Ives
Gandra da. Pena de morte para o nascituro. O Estado de S. Paulo,
São Paulo, 19
set. 1998. Disponível em:
morte_nascituro.htm>.
Acesso em: 19 set. 1998.
KELLY, R. Electronic publishing at APS: its not just
online journalism.
APS News Online, Los Angeles, Nov. 1996. Disponível em:
1998.
ARRANJO
tributário. Diário do Nordeste Online, Fortaleza, 27 nov.
1998. Disponível
em: . Acesso
em: 28 nov. 1998.
Estrutura
da Referencia
Sobrenome, nome
autor do texto. Titulo do texto. Nome destacado do Site onde se encontra. Disponível
em: link onde é
acessado>. Acesso em: dia mês abreviado ano.
SILVA, Maria da
Conceição. Avanços da Educação na década de 1960. Educaçãoonline. Disponível em: . Acesso
em: 13.jun. 2013.
6-
TEXTO OBTIDO NA INTERNET (QUANDO NÃO APARECE O NOME DO AUTOR)
Estrutura
da Referencia
Titulo do texto
com a primeira palavra em letras maiscula. Nome destacado do Site onde se
encontra. Disponível em:
link onde é acessado>. Acesso em: dia mês abreviado ano.
AVANÇOS da
Educação na década de 1960. Educaçãoonline.
Disponível em: . Acesso em: 13.jun. 2013.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Trabalhos Academicos (Redação Cientifica)
TRABALHOS
ACADÊMICOS
São regulamentados pela NBR 14.724 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas-ABNT.
Existem vários tipos de Trabalhos Acadêmicos que podem variar com os
objetivos do texto, nível do curso etc.
Tipos de Trabalhos Acadêmicos: monografias
(trabalhos de conclusão de cursos), dissertação, teses etc.
Estrutura dos trabalhos acadêmicos previstos pela
NBR 14.724 ABNT:
Capa
(obrigatória)
Lombada
Folha de rosto
(obrigatória)
Errata
Folha de aprovação
(obrigatória)
Dedicatória
Agradecimentos
Épigrafe (dístico)
Resumo em Português
(obrigatória)
Resumo em língua estrangeira (obrigatória)
Lista de Ilustrações
Lista de Tabelas
Lista de Abreviaturas
Lista de Símbolos
Sumário
(obrigatória)
Introdução
(obrigatória)
Desenvolvimento (obrigatória)
Conclusão
(obrigatória)
Referências Bibliográficas (Fontes) (obrigatória)
Glossário
Apêndices
Anexos
Índice
Observação
1- Apesar da NBR 14.724 indicar que o resumo em
língua estrangeira é obrigatório, normalmente ele não é exigido em trabalhos de
cursos de graduação.
2- A estrutura do trabalho acadêmico (partes
opcionais) varia de acordo com o tipo de trabalho.
Conteúdo da Capa
Nome da instituição
(opcional)
Nome do autor
Titulo e subtítulo do trabalho
Local – cidade onde se localiza a instituição em que
será apresentado
Ano
Conteúdo da Folha de Rosto
Nome do autor
Titulo principal do trabalho
Subtítulo
Natureza (tese, dissertação, trabalho de conclusão
de curso, e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros);
nome da instituição a que é submetido; área de concentração.
Nome do orientador
Local (cidade) da instituição
Ano
Aspectos gráficos
Recomenda-se utilização de letras tamanho 12 para o
texto e tamanho menor (10) para citações longas, notas de rodapé e legenda de
ilustrações e tabelas.
Margens 3 cm à esquerda e superior e 2 cm na direita e inferior
Espaçamento duplo no texto e simples nas notas de
rodapé, citações longas, legendas de ilustrações e tabelas.
Introdução
Definição do assunto
Delimitação do tema tratado
Situação no tempo e espaço
Demonstração da importância do tema
Justificação da escolha do tema
Definição da terminologia empregada no texto
Enunciação da documentação utilizada no trabalho
Breve indicação do conteúdo dos capítulos
Desenvolvimento
(capítulos)
Apresentação do trabalho de açodo com os objetivos
do mesmo
Conclusão
Deve ser breve, concisa e conter uma pequena
apresentação dos resultados dos objetivos propostos pelo autor do texto;
Local onde são apresentados, sucintamente,
conclusões correspondentes aos objetivos e hipóteses do trabalho.
Fontes
Colocamos as referencias bibliográficas dos textos
utilizados para a elaboração do trabalho; e caso haja dados sobre os documentos
pesquisados, relação das pessoas entrevistadas.
UNIVERSIDADE
DO ESTADO DE MATO GROSSO
CAMPUS
DE CÁCERES
DEPARTAMENTO
DE ESTUDOS SOCIAIS
MARIO
SANTOS DE MORAES NETO
GLEBA
CANAÃ: ESTUDO SOBRE AS PRÁTICAS ECONÔMICAS
E
SOCIAIS DE CAMPONESES POSSEIROS DO SUDOESTE
DO
ESTADO DE MATO GROSSO
Cáceres
2007
MARIO
SANTOS DE MORAES NETO
GLEBA
CANAÃ: ESTUDO SOBRE AS PRÁTICAS ECONÔMICAS
E
SOCIAIS DE CAMPONESES POSSEIROS DO SUDOESTE
DO
ESTADO DE MATO GROSSO
Trabalho
de Sociologia para obtenção de notas da disciplina de Sociologia Rural
ministrada pela professora DraVera Aguiar no Curso de Ciências Sociais da
UNEMAT,campus de Cáceres
Orientadora:
Profa Dra Maria do Carmo Silva
Cáceres,
2007
MONOGRAFIA
Anotações baseadas no livro “Como Fazer uma
Monografia” de Delcio Vieira Salomon (1994)
“A elaboração da monografia é um processo que se
percorre em seis fases: direção da escolha do assunto, pesquisa bibliográfica,
documentação, crítica, construção, redação” p. 212.
Salomon destaca os seguintes aspectos na elaboração
de uma monografia:
1- A elaboração da monografia é conseqüência natural
da escolha do assunto objeto da mesma
2- O assunto, que inicialmente, toma a forma de um
problema, antes de ser tratado por escrito, tem de o ser por investigação.
3- O assunto (na forma de um problema [uma
pergunta]) determina o tipo de pesquisa a ser empreendida:
- empírica ,que demanda método indutivo [dos casos
específicos para uma geralização], através de experimento, observação de campo,
survey etc.
- não –empirica, ( que se processa predominantemente
pelo método dedutivo [de uma lei ou afirmação generalizante para explicar casos
específicos]) , recorrendo-se à demonstração.
4 – Paralelamente ao trabalho ao processo de
investigação, desenvolve-se a elaboração da monografia;
Salomon conclui afirmando que a monografia não é
apenas um trabalho de redação ou de comunicação dos resultados de uma pesquisa.
(1994, p.212-213)
Processo de elaboração de uma monografia
1ª Fase – escolha do assunto e formulação do
problema
Pesquisa empirica..
<.................. Escolha do assunto ......................> pesquisa não
-empirica
Formulação do problema
.
Pesquisa bibliográfica
SUMÁRIO
Sumário é uma lista das partes mais importantes do
texto, com indicação dos diferentes títulos das partes, seções e capítulos e
das páginas onde se iniciam. No caso dos
capítulos deve ser indicado apenas as seções primarias, secundárias e
terciárias, mesmo que no texto haja mais subdivisões. O objetivo do Sumário é facilitar a
localização das partes do texto. É um
item obrigatório do texto científico.
Não se coloca os elementos
pré-textuais no Sumário. Ele inicia com a Introdução.
É elaborado
após a redação do texto.
Aspectos gráficos do Sumário:
- o espaçamento entre as parte principais do texto é
espaço duplo;
- entre as linhas do Sumário o espaçamento é
simples;
- o titulo das partes principais do Sumário é
escrito em letras maiúsculas, podendo ser negritada ou não;
- os títulos dos capítulos são escritos em letras
maiúsculas, podendo ser negritados ou não;
- os títulos das partes secundárias e terciárias dos
capítulos são escritos com letras minúsculas, tendo as letras iniciais em
maiúsculo;
- os tópicos do Sumário são ligados à indicação das
páginas onde se iniciam por uma linha pontilhada.
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO......................................................................................................5
1 AS UNIVERSIDADES DO
ESTADO DE MATO GROSSO........................... 7
1.1 As Universidades
Publicas..............................................................................10
1.1.1 Universidade Federal de Mato
Grosso......................................................14
1.1.2 Universidade do Estado de Mato
Grosso..................................................20
1.2 As Universidades
Particulares.........................................................................25
1.2.1 Universidade de
Cuiabá............................................................................
27
1.2.1 Universidades do Interior.........................................................................29
1.3 As Universidades
Virtuais..............................................................................35
1.3.1 Os Cursos à
Distância..............................................................................37
1.3.1.1 Os cursos de final de
semana...........................................................39
1.3.1.2 Os cursos de
férias.........................................................................
42
2 AS AMEAÇAS DE PRIVATIZAÇÃO DAS
UNIVERSIDADES................ 45
3 A TRANSFORMAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR EM
NEGÓCIO
RENDÁVEL...................................................................................................
50
4 PROBLEMAS ATUAIS DO ENSINO SUPERIOR
PRIVADO .................55
4.1 Cursos de má
qualidade..............................................................................56
4.2 Cursos
fantasmas........................................................................................60
4.3 A venda de
diplomas...................................................................................62
4.4 A formação de profissionais mal
preparados...........................................63
5 A TRANSFORMAÇÃO DE CÁCERES EM UM POLO
DE CURSOS
DE MÁ –QUALIDADE FORNECIDOS PELAS UNIVERSIDADES
PAGAS........................................................................................................65
CONCLUSÃO....................................................................................................70
BIBLIOGRAFIAS.............................................................................................75
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
REFERENCIAS
BIBLIIOGRAFICAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Trabalhos
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FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o
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